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5 dicas para atrair anunciantes para o seu canal do YouTube em 2023

O YouTube é uma plataforma de compartilhamento de vídeos incrivelmente popular e com um grande potencial para ganhar dinheiro. 

Para muitos criadores de conteúdo, uma das maneiras mais lucrativas de monetizar seu canal do YouTube é através de anúncios. No entanto, atrair anunciantes para o seu canal pode ser um desafio.

Neste artigo, vamos compartilhar cinco dicas essenciais para ajudá-lo a atrair anunciantes para o seu canal do YouTube. Cada uma dessas dicas é crucial para aumentar suas chances de sucesso e alcançar um público mais amplo.

  1. Defina e conheça bem seu público-alvo: Antes de tentar atrair anunciantes para o seu canal do YouTube, é importante saber quem é o seu público-alvo e o que eles querem assistir. É essencial entender as necessidades, interesses e comportamentos do seu público para criar conteúdo que ressoe com eles e, assim, atrair a atenção dos anunciantes que buscam atingir esse grupo específico de pessoas.
  2. Crie conteúdo de qualidade: Os anunciantes querem se associar a canais que produzem conteúdo de qualidade e que possuem uma audiência engajada. Certifique-se de que seus vídeos tenham uma boa qualidade de produção, sejam informativos ou divertidos e, acima de tudo, capazes de manter a atenção do espectador. A qualidade do seu conteúdo pode ser um fator crucial para garantir a confiança e o interesse dos anunciantes em trabalhar com você.
  3. Analise sua demografia: Os anunciantes procuram canais que se alinhem com seu público-alvo. Analise a demografia dos seus seguidores, incluindo idade, gênero, localização e interesses. Em seguida, use essas informações para criar conteúdo direcionado e informar potenciais anunciantes sobre seu público.
  4. Ofereça opções flexíveis de publicidade: Os anunciantes procuram opções flexíveis de publicidade para atender às suas necessidades. Ofereça várias opções de publicidade, incluindo patrocínios, anúncios em vídeo, promoção de produtos e muito mais. Dessa forma, você pode atender às necessidades de diferentes tipos de anunciantes.
  5. Ofereça opções flexíveis de publicidade: Os anunciantes procuram opções flexíveis de publicidade para atender às suas necessidades. Ofereça várias opções de publicidade, incluindo patrocínios, anúncios em vídeo, promoção de produtos e muito mais. Dessa forma, você pode atender às necessidades de diferentes tipos de anunciantes.
Com essas dicas, você pode aumentar a probabilidade de atrair anunciantes para o seu canal no YouTube. Lembre-se de que isso pode levar tempo e esforço, mas é possível construir um canal bem-sucedido com a estratégia certa.

Sete dicas para criar 'Conteúdo' na Web

Vivemos em uma época onde o papel foi substituído por softwares e computadores disfarçados de telefones. Os livros agora são e-books, os jornais são sites e feed de notícias do Twitter, e conteúdos são criados por escritores disfarçados de blogueiros.

Diversas pessoas e empresas encontram dificuldades para manter sua relevância em um mundo digital, já que nossas mudanças de hábito, a preferência por novas mídias e plataformas de consumo de conteúdo exigem uma maneira diferente de pensar e agir.

Jeff Bullas é um consultor, palestrante e estrategista de mídias sociais que mantém um blog onde ajuda empresas a utilizar o mundo digital a seu favor. Ele resolveu dar sete dicas que as pessoas devem manter em mente na hora de escrever um blog, criar um site ou projetar um vídeo ou qualquer outro tipo de multimídia, para conseguir atenção e engajamento de seus leitores.

São elas:

1. Simplicidade
"Uma sílaba pode ser muito mais eficaz do que três ou quatro", explica Bullas em seu blog. É preciso lembrar-se de tentar não ser muito inteligente ou esperto e, consequentemente, deixar o público para trás, sem entender a real mensagem por trás de tantas palavras incompreensíveis.

2. Título principal
"Quando você faz uma pesquisa no Google, você vê o título e uma descrição. Ambos são importantes nessa ordem." Na web, temos poucos segundos para tentar prender a atenção das pessoas. É preciso aprender a arte de "fisgar" o leitor em primeiro lugar para garantir que ele se interesse em ler o restante do conteúdo. Títulos para vídeos, conteúdos de slides, imagens e tweets também entram nesse quesito.

3. Estrutura
O título já fez o leitor se interessar, agora o desafio é mantê-lo engajado. Parágrafos curtos com duas a três frases e subtítulos que resumam bem o conteúdo também são vitais. Listas também são interessantes, como o exemplo dessas "7 Dicas" - o Google também gosta muito de textos com listas na hora de mostrar seus resultados de busca.

4. Linguagem coloquial
"A sociedade está se movendo do formal para o informal e a escrita também é parte dessa tendência cultural". É sempre importante utilizar o bom senso, mas para assuntos menos formais é indicado escrever da maneira como falamos, assim as chances de conseguir mais leitores podem aumentar. O uso da linguagem popular é visto como algo autêntico e real.

5. Histórias
Usar histórias pode ajudar o leitor a se lembrar do conteúdo lido, principalmente se ela mexer com suas emoções. "Usá-las como introdução pode ser muito eficaz."

6. Multimídia
Criar conteúdo e distribuí-lo em diversos tipos de meios de comunicação. Nada impede que um artigo escrito seja reaproveitado em um infográfico, vídeo, podcast, entre outros. Essa tática pode ajudá-lo a atingir um público maior e mais amplo, afinal "todos nós temos diferentes preferências de consumo de mídia". 

7. Responsivo
Atualmente, as pessoas podem navegar na web utilizando uma pequena tela de smartphone ou um monitor de 32 polegadas widescreen de alta definição, por exemplo. Por isso, é importante criar sites e blogs que "respondam" a diferentes tamanhos de tela, tornando a leitura mais fácil independentemente do dispositivo usado. Trata-se do chamado 'Web Design Responsivo', uma abordagem destinada a elaborar sites para fornecer uma ótima experiência de visualização, fácil leitura e navegação com um mínimo de redimensionamento e rolagem, para uma ampla gama de dispositivos.

Via: Canal Tech - Foto: Reprodução

Como controlar os dados que o Instagram coleta sobre você!

Serviços gratuitos como o Instagram lucram com nossos dados: tudo o que fazemos dentro de um aplicativo é usado para determinar anúncios que devem estar de acordo com nossos interesses.
O Instagram é uma excelente plataforma para compartilhar fotos e pequenos momentos da vida, mas ele é gratuito por um motivo: o Facebook coleta dados relacionados a todas as nossas atividades para oferecer anúncios publicitários que estejam de acordo com os nossos interesses.

Muitos usuários não se incomodam com isso e acham que a troca compensa - afinal de contas, o Instagram é até mesmo uma plataforma para pequenos negócios se promoverem - mas ainda existem aqueles que se incomodam em fornecer tantas informações pessoais para apenas uma empresa.

Para os mais questionadores, ensinamos em primeiro lugar a conferir quantos dados pessoais o Instagram coletou a partir da sua conta, além de três dicas para reduzir esse fornecimento de dados.

Quantos dados são coletados pelo Instagram?
Para ter uma ideia da quantidade de dados que o Instagram coleta sobre os usuários, entre no aplicativo e vá até as configurações. Em Privacidade, você encontrará tanto um resumo desses dados quanto uma opção para baixar as informações. A opção também pode ser acessada pelo navegador.

Apague parte dos seus dados pessoais
Não há muito o que você possa fazer em relação aos dados coletados, mas ao menos você pode apagar o seu histórico de busca e os contatos compartilhados do seu telefone para o aplicativo.

As buscas podem ser apagadas na área Segurança das Configurações do Instagram - mas elas são deletadas apenas do seu aparelho, e não dos dados coletados pelo Facebook e Instagram.

Já os contatos do celular, que o Instagram usa para oferecer sugestão de amigos, podem ser apagados nesta página do Instagram.

Desative a permissão de localização
Caso você já tenho postado stories com localização, é bem provável que tenha permitido que o aplicativo do Instagram acessasse seus dados de localização a qualquer momento.

Felizmente, é fácil desativar essa permissão. Nas verões mais recentes do Android, abra as configurações do sistema operacional e procure por Aplicativos. Encontre o Instagram para checar todas as permissões de acesso que foram autorizadas ao app - além da localização, confira se você permitiu acesso a microfone, armazenamento, contatos e mais.

No iPhone, o processo é bem parecido. Acesse os Ajustes do celular, vá até Privacidade e então Serviços de Localização e encontre o Instagram. Desative o rastreamento da maneira que preferir.

Apague o Instagram
Caso nada disso solucione seus questionamentos em relação à segurança e privacidade do Instagram... bem, a solução é apagar o aplicativo.

Para apagar definitivamente, confira nosso tutorial. Você também pode desativar temporariamente sua conta, caso prefira passar só um tempo longe da rede social.

Via: Wired - Foto: Divulgação


Cansou do Snapchat ? Veja como sua excluir a conta

As redes sociais podem se tornar um pouco cansativas em alguns momentos. Se você desistiu do Snapchat, seja porque cansou do aplicativo, não gostou ou trocou para o Stories do Instagram, já deve ter percebido que não é tão fácil excluir a sua conta.

A plataforma não possui a opção “Excluir conta”, mas nem por isso os usuários precisam deixar o perfil ativo. Veja como excluir a conta do Snapchat:

  • Pelo computador ou celular, entre no site http://www.snapchat.com/a/delete_account;
  • Informe o seu nome de usuário e senha;
  • Vai aparecer uma tela pedindo para você confirmar que quer excluir a conta;
  • Clique em “Delete My Account”.

O processo de exclusão leva 30 dias e, durante esse período, o usuário pode mudar de ideia e reativar a conta fazendo login no aplicativo.

Via: Olhar Digital - Foto: Reprodução

Bitcoin é dividida em duas moedas após impasse na comunidade

A moeda criptografada Bitcoin vai ser dividida em duas diferentes como resultado de uma disputa relacionada a uma atualização de software.

A partir desta terça-feira, 1, existirão dois tipos de moedas bitcoin: a bitcoin convencional, que existe há anos, e a Bitcoin Cash, criada a partir de um impasse dentro da comunidade da criptomoeda.

A disputa

Os últimos meses foram bastante conturbados entre entusiastas de bitcoin, com uma grande discussão relacionada ao futuro da moeda. O ponto central da questão era a dificuldade da moeda em conseguir lidar com o grande número de transações feitas diariamente usando uma tecnologia antiga.

A ideia de parte da comunidade era atualizar o software da bitcoin para um novo sistema chamado SegWit2x. Em tese, ele resolveria o problema das transações. Do jeito que foi desenvolvida, a bitcoin só processa sete transações por segundo, e o Segwit conseguiria aumentar essa capacidade.

Mas nem todo mundo concorda com essa teoria, e alguns entusiastas de criptografia acreditam que o SegWit2x não vai conseguir melhorar a bitcoin. Foi a partir daí que surgiu a nova moeda, a Bitcoin Cash.

A diferença da Bitcoin Cash é que ela consegue transportar mais dados em um bloco de transações sem a necessidade do novo software. Só que os defensores do SegWit2x alertam para a possibilidade de isso gerar uma concentração dos blocos e o controle da moeda por um grupo de empresas.

O futuro

Sem chegar a um consenso na comunidade, a Bitcoin Cash, mesmo sem apoio de grandes operadores da criptomoeda, que seguem dando apoio à antiga bitcoin, agora equipada com o software SegWit2x.

Os próximos passos das criptomoedas ainda são incertos, mas é fato que a Bitcoin Cash vai precisar de muito apoio da comunidade para vingar.

Via: Olhar Digital - Foto: Reprodução 

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